Bem-vindos ao meu Blog dedicado à MaxSym!

Tive a idéia de criar este blog, não só para poder ter um registo do tipo "diário de bordo", mas também para poder partilhar as minhas experiência e opiniões com várias pessoas que eventualmente estejam interessadas nesta maxi-scooter, ou estejam simplesmente curiosos!


Espero poder trocar idéias/opiniões com todos e a todos tratarei de responder a quaiquer perguntas que me façam, da melhor forma que souber.


Boas curvas a todos!


Victor M.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Novidades sobre os consumos

Este fim de semana tive de ir ao norte e como não podia deixar de ser, tratei de fazer a viagem de scooter, apesar de ter de ir com alguma carga e do tempo limitado de que dispunha.

Como ao ir para cima estava atrasado e muito limitado no tempo, decidí ir pela auto-estrada, ao contrário do habitual, pois sempre que posso, evito ir por qualquer estrada que tenha portagens, é a minha forma de protesto contra os sucessivos aumentos do combustível e as portagens nas scuts a preços proibitivos!

Voltando ao que interessa, depois de atestar o depósito, saí de Lisboa e entrei na A1 em direcção ao Porto e "castiguei" a minha maxsym ao não deixar que tivesse um momento de descanso em toda a viagem, tratando de ir sempre com o acelerador ao máximo! Devo dizer que se portou muito bem durante a viagem toda e deixei muitos condutores surpreendidos ao verificarem que era uma scooter que estava a passar por eles e não um "motão"! A capacidade de aceleração mesmo já na casa dos 120 km/h é excelente, nunca me deixou ficar mal, mesmo nas subidas, portou-se como uma senhora, impondo respeito a todos pelos quais passei!

Os pontos negativos que tenho a apontar é o aumento de vibrações ao andar a estas velocidades e o aumento brutal do consumo (já contava com este)!

Para minha surpresa, depois de passar a estação de serviço de Pombal, apercebi-me que o indicador de combustível tinha acabado de apontar para o início da reserva! Grande surpresa e diminuição brutal de velocidade! Porque? Precisamente neste troço, a distância até a próxima estação de serviço era maior e ainda faltavam 30 km até à da Mealhada! Veio-me à memória, um indivíduo que ficou apeado no passado, precisamente por ter feito mal as contas ao combustível e ter, por causa disso, ficado apeado!

Depois de ter descido a velocidade para 80 km/h, comecei a pensar na desagraça, se ficasse apeado na auto-estrada, o que eu iria ter de andar! Depois de muito controlo no acelerador, felizmente consegui chegar à Mealhada e aí ao abrir a tampa do depósito, deixei escapar os últimos vapores que se encontravam lá dentro e dei-lhe de beber com fartura, para assim poder continuar a "esgalhar" por aí fora! Reparei que tinha andado apenas 224 km! Péssima média, perto de 6,69L/100Km! Por lapso da minha parte, não tirei fotos deste marco, ficou apenas na memória...

No dia seguinte na viagem de regresso, como já não tinha pressa, tratei de fazer a experiência que já tinha feito com a GTS que se tratava de não fazer acelerações bruscas, sempre que precisava de acelerar, acelerava, mas muito gradualmente e tratei de não ultrapassar nunca os 120 km/h. Este teste foi feito através da estrada nacional, sujeito ao trânsito que habitualmente circula por lá que por sinal, estava bastante bom!

Andei todo o caminho a controlar a descida do nível do combustível (aquelas descidas bruscas do ponteiro tiram-me do sério, enganam que se farta!), fiquei com algumas dúvidas do seu bom funcionamento! Não é que o raio do ponteiro só acusou meio depósito quando estava a chegar à Batalha? Há aqui qualquer coisa que não está bem, pensei eu! Ainda vou ficar a pé! No entanto, cheguei a Alverca pouco depois de ter descido para a marca de 1/4 de depósito e fui à estação mais próxima, para atestar e confirmar os consumos. Foto quando estava parado para atestar:

A foto está um pouco foleira devido a ser com a câmera do telemóvel e ter o sol por trás. Como se pode vêr na foto, tinha 306 Km andados e o indicador de conbustível tinha descido a pouco tempo para a marca imediatamente acima da reserva.

Aqui está o talão a confirmar quanto foi necessário para encher o depósito até à boca:



Fazendo algumas contas simples, dá a bela média de 3,42L aos cem! Quem diria que esta scooter seria capaz deste tipo de consumos? Penso que se estivesse com vontade de fazer um teste de quilometragem mesmo à sério, como por vezes fazem às vespas antigas, creio que seria capaz de uma média realmente surpreendente! Fiquei bastante agradado por esta média (especialmente depois da que tinha feito ao ir para cima) e gosto cada vez mais desta scooter!
Ao chegar à garagem, comecei a olhar para ela e reparei que tinha um trabalhito jeitoso pela frente! Já se nota o início do tempo quente, pois poucos foram os insectos que conseguiram fugir frente à MB!

Até palha andou a comer

E como não podia ser só ela a comer, parei na zona da Mealhada para comprar umas cerejas que estavam muito boas, fica aqui uma foto:

Dentro em breve espero ter mais novidades para o pessoal, aproveitem o bom tempo e vão gastar pneus!

Boas curvas

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Primeiras impressões da mudança para óleo sintético

Tinha já começado a encontrar referências sobre a utilização de óleo sintético em vez do semi sintético para o motor nas maxsym e embora não tendo solicitado esta mudança, na oficina optaram por fazé-la.

Depois de já ter feito umas centemas de quilómetros, já posso deixar aqui a minha impressão sobre esta mudança e posso dizer, sem reservas que se recomenda! Confirmo que as vibrações com ela parada diminuiram, assim como quando ela atinge as 3500/4000 rpm também diminuíram! Outra parte onde se verificava um aumento das vibrações era quando se aumentava a velocidade e aqui quase que se deixou de notar!
Espero nas próxima revisões experimentar outros marcas de óleos sintéticos (todos 10W40, conforme recomendação do fabricante), para vêr se existe alguma diferença relevante, ou se me devo concentrar apenas no custo por litro.

Boas curvas,

Victor M.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Revisão dos 6000 Km

Despois de muita ansiedade, fui buscar a minha Maxsym à oficina da JPM Motos e a preparar-me para o pior! Digo a preparar-me, pois como tinha escrito na minha anterior actualização aqui do blogue, estava com receio que a carenagem inferior estivesse com os suportes danificados, devido a uma descida de passeio mal programada. Felizmente, desta vez safei-me! A carenagem estava só desencaixada, foi só o trabalho de desmontar e voltar a pôr no sítio.

Foi efectuada a mudança de óleo (2 litros de Cepsa 4T Urban 10W40), filtro de óleo, lubrificação, nova lâmpada do médio esquerdo (H1), apertos de alguns parafusos, lavagem e mão de obra (limpeza do filtro de ar,  limpeza e afinação da embraiagem) num total de 113€.

Gostava de ter a opinião de outros donos deste modelo sobre o valor que estão a pagar nas respectivas revisões. Não tenho nada de negativo a apontar ao serviço feito, têm sido sempre muito simpáticos e prestáveis, pelo que devo continaur a lá ir.

Fui informado que existem algumas peças que serão trocadas ao abrigo da garantia. As peças foram encontradas defeituosas e serei contactado quando chegaram as mesmas para se realizar o serviço.

Durante a inspecção encontraram em falta um dos parafusos da caixa do filtro de ar, alguns elementos que não me estou a recordar agora, pelo que depois escreverei aqui quando fôr feito esse serviço. Outro dos problemas que foi detectado e será também trocado ao abrigo da garantia, é o rolamento da caixa da direcção está "gripado"!
Quando se coloca a scooter no descanso central e se levanta a roda dianteira, o mecânico notou que ao rodar o guiador, perto da posição central, havia um espaço em que a direcção parecia "encaixar"! Nunca me apercebi deste facto, visto que ao colocar a maxsym no descanso central, esta fica com o pneu dianteiro apoiado no chão, pelo que nunca me consegui aperceber desta situação.
Ao colocar o descanso central, viro logo a direcção para a trancar, daí só por casualidade é que me iria aperceber desta situação. Ao rolar, graças a "boa" qualidade das nossas estradas, é difícil perceber quando temos um problema desta natureza, a menos que já seja tão acentuado que afecte bastante a direcção que não era o caso. Continuava certinha a curvar e as trepidações do motor ajudam a mascarar o pouco que se poderia notar. Depois do rolamento trocado, logo digo se notei diferença.

Como não podia deixar de ser, fui logo dar uma voltinha para tratar de uns assuntos e acabei por tirar as fotos da praxe:

 

Mais novidades brevemente, boas curvas!

(Dados da revisão devidamente actualizados e corrigidos)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

5311 Km, sem problemas (tirando a azelhice)

A Maxsym continua a dar muitto prazer, com uma contagem razoável de quilómetros, mais concretamente 5311 Km:

Os consumos continuam dentro da média (4.6l/100km), variando apenas com a forma como aceleramos (também já consegui gastar mais de 5l/100km). 

Tenho verificado que esta scooter tem um defeito tremendo, isto é, é tão bonita na côr branca, que ninguém resiste em ir lá sentar-se, para meu mal! Isto porquê? É que o pessoal não tem cuidado nenhum e está sempre a dar "patadas" no porta-luvas:


Estou a pensar em colocar lá uma película qualquer, senão um destes dias fica riscado sem remédio.
A dias fiz um disparate, que foi o de descer um passeio sem verificar se onde a roda da frente ao descer não acertava em cheio no único buraco que lá havia, resultando numa pancada surda e um arranhar que me doeu como se fosse eu a ter caído e ir de rojo pelo chão. Ficou assim:


Graças a este descuído, ganhei uns ruídos parasitas que não tinha até agora que se notam nas rotações em que o motor vibra mais, mau piso ou em velocidades maiores.
Deixo aqui o aviso a outros companheiros que tenham esta maxi, para terem o cuidado que eu não tive paqra depois se virem a arrepender. A maxsym é um pouco baixa e não perdoa este tipo de descuidos!

Como já estou próximo da revisão dos 6000 km, vou esperar para vêr o diagnóstico que me vão dar na altura, se tem reparação ou se vai ter de levar alguma peça nova. Espero que não seja o caso, senão sou capaz  de ter de esperar um pouco que as finanças não andam em grande forma e as peças devem ser carotas! :(

Voltarei em breve para fazer uma nova "reportagem" da ida à expo salão da Batalha, com muitas fotos mas ainda sem vídeo. Já tenho uma câmera digna desse nome que me esqueci em casa nesse dia :(

Muitos quilómetros, cheios de boas curvas!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sym GTS com mais de 200000 KM!!!

Estive agora a pouco tempo a percorrer um dos vários sites que costumo seguir e para minha surpresa, encontrei referência a uma sym gts 250 com mais de 200000 km, em França!!!


Esta scooter é de 2007 (ainda a carburadores) e sempre foi assistida de acordo com os intervalos de revisão recomendados pelo fabricante. Esta scooter tem rodado em uma grande variedade de estradas e continua em grande forma. As fotos seguintes mostram a 2ª volta do conta quilómetros:


  


É impressionante como um veículo bem assistido consegue durar bem para além dos quilómetros que a maior parte das pessoas consideram razoáveis. Espero que a minha maxsym dure pelo menos metade desta GTS!

Para mais detalhes, fica aqui o link do site de onde retirei esta informação, sendo as fotos e a informação que aqui se encontra, pertença deles:
http://www.sym-gts.fr/les-news-sym/85-francis-gts-250-200000-kms-apres.html

Boas curvas

domingo, 27 de novembro de 2011

Condução com a topcase montada

Tenho andado um pouco afastado aqui do bloge, não por falta de atenção, mas apenas para dar tempo a formar opiniões válidas sobre esta pequena alteração que fiz.

Devo começar por dizer que sempre tive motos/scooters que não se encontravam entre os pesos plumas, logo posso não sentir tanto a diferença de peso como outros colegas sentirão que venham de modelos mais leves.

No andar a baixa velocidade, quase que não se sente a diferença, de tão pequena que é. Ando diáriamente com a maxsym no meio do trânsito de Lisboa e até me esqueço que tenho uma topcase montada, só me lembro dela na passagem no meio do trânsito parado por causa dos espelhos (mas não me tem incomodado). O que sim me incomodava, era ter que andar sempre de mochila às costas e depois ao parar, tinha um volume adicional a fazer-me companhia (capacete)! Agora é um descanso! Em andamento, a mochila vai lá para dentro e ando assim levezinho e quando saio, o capacete já não tem de vir arás!

A curvar, não me tem afectado de forma que tivesse de alterar o meu estilo de condução, pelo que considero que se vai bem! Consigo fazer mudanças rápidas de direcção sem sentir problemas com a mudança de peso (faço os possíveis para também não ter nada a "chocalhar" lá dentro). Inclusivamente já andei com 3 sacos de compras pesadas lá dentro e aí então é que se começa a sentir o volume suspenso que aí vai, mas isso é igual para todos os veículos de 2 rodas e a condução deve sempre ser adaptada ao peso da carga ou pendura com quem andemos (atenção que não considero a pendura carga, mas sim companhia - não ando com mulas lá atrás :) )-

Já fui uma vez ao Porto com a topcase montada e pela nacional (sempre que posso, evito as portagens, prefiro gastar em gasolina e a diferença é pouca), e a viagem correu sem quaiquer incidentes, para além das obras e alguns buracos menos visíveis.

Conclusão: recomendo a montagem de topcase a todos os que andarem diáriamente na sua scooter/moto. São muito mais as vantagens do que as desvantagens, só de pensar naquele espaço disponível para usar no dia-a-dia, seja para não ter o portátil a balançar nas costas (ou mochila), seja para fazer aquelas pequenas compras, compensa sempre. Fazemos a nossa vidinha e ainda nos ficamos a rir dos enlatados parados nas filas de trânsito ou no estacionamento (então nos shoppings,... :) )

Boas curvas

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Instalação de suporte de top case da Shad & Givi (monokey)

Já tenho tudo o que é necessário para a instalação do suporte para a minha top case. Este post é extenso, visto que queria ajudar o máximo possível a quem quer que fosse fazer uma instalação semelhante e não se sentisse à vontade por receio de estragar alguma coisa.

Não é difícil a instalação e para terem uma idéia, foi a 1ª vez que montei estes suportes, tirei fotos da montagem e ainda assim levei perto de 50 minutos, tudo isto, sem grandes pressas. Acredito que este pequeno "bricolage" possa ser feito em menos de meia hora e com todos os passos que aqui vou descrever, já não perdem tempo a tentar descobrir onde vai o quê.

Como no meu caso, a minha top case é da Givi, do tipo monokey (isto tem a vêr com o tipo de encaixe), só as duas primeiras partes (1ª remoção do encosto, 2ª montagem do suporte da Shad), são comuns para todo o tipo de instalações de top cases, visto que no momento só existe o da Shad para esta scooter, tanto quanto sei.

O suporte da Shad tem a referência S0MX41ST, como podem vêr aqui. O kit vem com uma folha com as instrucções básicas (algo simplificadas), principalmente para quem nunca montou nenhum suporte e quer ser o próprio a fazer a instalação. De seguida, vou descrever todos os passos e alguns cuidados a têr durante a instalação.

A caixa do suporte da Shad tem dentro esta folha com algumas instruções para a desmontagem do encosto do pendura e para a posterior montagem do suporte da top case. E para quem tenha dúvidas, o encosto não pode voltar a ser montado, pois a área que antes era usada por ele, agora é quase totalmente utilizada pelo suporte. É pena, mas vai ter de ficar encostado...

Suporte e saco com todos os parafusos, anilhas e outras peças necessárias (tenham cuidado para não perder nenhum, pois não vem NADA a mais, utiliza-se tudo o que lá vem):

Reparem no orifício maior, é por aí que vai ser apertado um dos 3 parafusos do suporte.

Vamos então começar pela desmontagem do apoio do pendura (1ª fase):

1) Por baixo da almofada, existem 2 parafusos nos extremos do apoio que têm de ser desaparafusados antes de tudo:


2) Com cuidado, tratar de, pouco a pouco, aliviar os cantos com os dedos, não utilizar ferramentas nesta fase para evitar fazer riscos ou dobrar em demasia esta peça plástica (pode ficar deformada, se se forçar demais). Começar por um dos lados e pouco a pouco, aliviar a toda a volta, tendo o cuidado de não dobrar em demasia. Quando os dedos já tiverem separado a peça branca do encosto, pelas laterais em simultâneo, enfiar o mais possível os dedos e fazer pressão para fora até sair.

Como podemos vêr na foto seguinte, esta peça entra à pressão, daí o cuidado na sua remoção:

3) Existem 3 parafusos sextavados interior (acho que é assim que se chamam), para desaparafusar, o tamanho é o 6mm:

4) Tirando estes parafusos (1ª foto), o encosto saí, mostrando por baixo a existência de uma peça de borracha que também é só tirar (fim da 1ª fase):


2ª Fase
5) Agora, onde estavam os parafusos laterais do encosto, vão ser colocadas 2 peças de plástico redondas que entram com uma pequena pressão e tapam estes orifícios:



6) Colocar uma peça metálica com forma cilindrica no furo que ficou a descoberto - este vai ser por onde vai passar um dos parafusos de aperto do suporte. Lembram-se do orifício maior que falei no início? É por aí que vai passar o parafuso que passa aqui:


7) Desapertar o parafuso que indico na foto abaixo, de ambas as pegas traseiras:


8) Existem 2 peças, semelhantes à que se colocou no orifício central do suporte, mas de menor altura. Estas devem ser colocadas no local de onde se tirou os parafusos da pega do pendura:



9) Na foto seguinte, ficam com uma vista de como o suporte se vai apoiar nas peças que descrevi anteriormente e os respectivos parafusos:

10) Colocamos uma anilha em cada um dos parafusos e apertamos 1º os dos lados (por cima da "pata" do suporte) e depois o do orifício central e o resultado é este (fim da 2ª fase):


3ª Fase
11) A fase seguinte, aplica-se ao adaptador da Givi (E250) para malas de encaixe monokey, podem existir semelhanças para outro tipo de bases: 

12) Aqui vemos o conjunto de peças, mais uma vez, não sobre absolutamente nada, muito cuidado com os parafusos minorcas, vêm 2 no saco maior com as outras partes e num outro a parte vêem mais 2. Porque os puseram separados, não sei. São utilizados só mesmo no final:


13) Estas duas peças são a base própriamente dita onde se encaixa a top case:


14) Aqui estou a indicar os furos por onde devem ser passados os parafusos de aperto da base:


15) A peça maior da base tem vários orifícios, escolhí estes, por deixarem a base mais centrada no suporte, para colocar as 2 primeiras anilhas quadradas (atenção ao sentido da ranhura da anilha, NÃO é indiferente), que encaixam na perfeição. Reparem no topo do lado esquerdo, o encaixe da top case, para se orientarem:


16) Na parte mais atrás da base (lado direito da imagem), coloquei outras 2 anilhas quadradas. A ranhura das anilhas seguem a mesma orientação das anteriores (importante). Coloquem 1º os parafusos que estão mais próximos da pega do pendura e só depois os outros. Podem ter dificuldade em meter os outros 2. Estes descobbri que inicialmente facilita se os enfiarmos na diagonal e só endireitamos no fim (esta situação é normal, visto que estamos a utilizar peças de fabricantes diferentes mas não se preocupem, fica tudo certinho no fim)

17) Pela parte inferior, devemos colocar em cada um dos para fusos, 1 anilha e uma porca. As chaves necessárias aqui são uma sextavada de 5mm para os parafusos e uma chave de boca (penso que é o nome correcto) de 10mm. Podem usar uma chave de roquete nas porcas de baixo mas apenas nas mais afastadas da traseira da scooter. Nas outras, não tem distância suficiente para depois tirar a chave (sim eu tentei isso e fiz um pequeno risco a tentar tirá-la :( )
Ao apertar as porcas parcialmente, reparem que os parafusos se "ajustam" e acabam por ficar direitos. Apertem bem estes parafusos.

18) Reparem nestes pequenos orifícios, existem 4, um em cada extremo interior da base:


19) Agora, vamos colocar a parte final da base da mala. Este peça entra à pressão e tenham em atenção que à toda a volta, existem pequenas saliências que devem ser devidamente encaixadas, no final usei uma pequena chave de fendas para levantar um pouco perto deste canto (foi a última parte a ser encaixada), de forma a essa saliência do canto entrar e encaixar sem esforço:


20) Vejam agora na foto abaixo, onde vão os parafuso minorcas de que falei no início desta fase da instalação (vai um em cada canto) e devem ser apertados apenas até ficarem sem qualquer saliência relativamente à superfície, não deve ser apertado em demasia, esta última parte é de plástico (fim da fase 3):



Montagem do suporte comcluída:



Vista lateral, ainda sem a top case:


Top case da Givi montado, o meu é um V46

Vista do outro lado:

A minha apreciação relativamente a este suporte da Shad era fraca no início mas no entanto, depois de ter tudo montado, parace-me suficientemente sólida para aguentar bem com a minha top case (é de 46 litros).
Para aqueles que pensam que fica feia uam deste tamanho, devo dizer que depende das vossas necessidades e do uso que lhe dão. A minha mochila (ando com ela todos os dias) por muito carregada que esteja, cabe na perfeição, assim como um par de sacos de compras do supermercado quando tenho de ir às compras. O meu capacete consegue caber lá dentro (sou um grande cabeçudo, uso o XL) e se precisar de levar um casaco adicional, no worries, cabe tudo!

Sei que as fotos poderiam ser de melhor qualidade, mas já chove e embora ande à chuva, gosto de montar no sequinho! Espero que tenham gostado deste post e que isto possa ser útil a quem queira montar uma top case na sua maxsym. 

Qualquer dúvida que tenham, podem mandar-me um mail (aminha.maxsym@gmail.com) que tentarei ajudar no que puder e souber.
Se forem de Lisboa, poderei eventualmente dar uma mão na montagem.

Abraços e boas curvas